Kamis, Maret 05, 2026

PÁTRIA AMADA, TERRA RUBRA

 

Por, Martins S

Humilho-me e inclino-me,
ajoelho-me para elevar
o Teu nome em graça
Que recebemos do Alto.

Tenho grande coragem,
Ancorada na fé em TI.
Mesmo quando o meu coração pesa e arde,
ao ver irmãos
em terras distantes
Sofrer e morrer na guerra.

Satanás e a maldade
tentam ferir a minha pátria amada,
a minha terra rubra e sagrada;
mas com a vossa coragem,
os combatentes da liberdade
ergueram-nos
da opressão e do sofrimento.

Não queremos viver oprimidos,
como outras nações
que ainda choram
sob o peso das armas
e das ambições dos poderosos.

Hoje o mundo arde novamente:
Israel e Irão trocam fogo e vingança,
A América projeta força sobre os mares,
e o céu do Oriente
ilumina-se com mísseis
Em vez de estrelas.

Crianças aprendem o som da guerra
antes mesmo de compreender
A palavra paz.
Mães contam ausências
onde antes contavam esperanças.

Que estas feridas abertas no mundo
Sejam para nós advertência e memória.
Que a nossa terra não se deixe arrastar
pelas tempestades alheias,
nem pelo orgulho dos que governam
Sem ouvir o clamor do povo.

Porque a liberdade é frágil,
E a paz constrói-se todos os dias —
com justiça,
com consciência,
Com responsabilidade.

Este poema oferece a todos vós,
como promessa silenciosa:
que a nossa pátria
permaneça firme,
não no eco das armas,
Mas na dignidade da paz.